Canapés da Jackie com Dukkah e Tilottama

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Como já falei, o Dukkah e Tilottama servem para várias coisas.  Nos aperitivos são bárbaros!

 

Hoje vou falar como montar rapidamente dois canapés com o mesmo tema:

 

Mini-Bruschetta com Ricota, Dukkah ou Tilottama e Parma

 

Ingredientes para aproximadamente 6 unidades:

 

  • 6 Torradas
  • 3 colheres de sopa de Ricota amassada com garfo – escolha as mais cremosas
  • 1 colher de sopa de Dukkah ou Tilottama
  • 3 fatias de Parma cortadas ao meio
  • 1 Figos maduro lavado e cortados em gomos (uns 6-8 gomos)
  • Azeite

Amasse bem a ricota e misture com o Dukkah ou Tilottama.

Pincele o azeite sobre a superfície da torrada.

Coloque a pasta de ricota sobre a torrada espalhando-a.

Coloque o parma sobre a ricota e finalize com o figo.

 

Figo com Bolinha de Boursin e Dukkah

Ingredientes para 6 unidades:

 

  • 3 figos maduros lavados e cortados ao meio
  • 3 fatias de parma ao meio
  • 3 colheres de chá bem cheias de boursin (queijo de leite de cabra cremoso – pode ser substituído por ricota fresca)

Coloque o figo com a parte cortada para cima.

Ajeite a fatia de parma de forma a que fique no centro do figo.

Molde com a mão uma bolinha com o queijo.

Empane a bolinha de queijo com o Dukkah ou Tilottama rolando-a num pires com um dos produtos.

Coloque a bolinha sobre o figo.

 

Variação:

Pode-se usar por exemplo um queijo cottage misturado com Dukkah ou Tilottama, colocar a mistura do queijo por cima e decorar com uma noz.  Levá-los ao forno por uns 10 minutos e servir morno com vinagre balsâmico. 

Fica excelente como uma entrada ou numa salada sobre um mix de folhas verdes.

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Dukkah e Tilottama

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O Dukkah e Tilottama são produtos originais, artesanais e 100% naturais de origem vegetal.

 

São misturas baseadas na combinação de sementes oleaginosas, ervas e especiarias que podem ser usadas de diversas formas em qualquer tipo de preparação ou até mesmo puras.

 

Não contêm colesterol, gordura trans, conservantes, aromatizantes, corantes glúten ou trigo.

 

Benefícios e propriedades

Sementes oleaginosas são parte importante de uma alimentação saudável. Elas são mais ricas nutricionalmente do que a maioria dos alimentos e são fonte de antioxidantes, selênio, proteína, fibra, vitamina A, vitaminas do complexo B, cálcio, ferro e zinco.

Ou seja, além de saborosos, versáteis e fáceis de utilizar, são nutritivos e saudáveis!

 

São de baixa caloria e  mínimo carboidratos.

 

Dukkah – combinação de sementes torradas, castanhas, gergelim e diversas especiarias que é tradicionalmente consumido no Egito.

 

Tilottama – mistura original que harmoniza os sabores da nossa castanha-do-pará com o curry indiano e o finocchio italiano.

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Dicas rápidas para usar o Dukkah e Tilottama

Uso básico: mergulhe um naco de pão no azeite extra-virgem ou no vinagre balsâmico e depois no Dukkah ouTilottama e aproveite essa combinação maravilhosa como um antepasto criativo.

 

Sabores do oriente – passe uma fina camada de mel sobre numa torrada e polvilhe com o Dukkah ou Tilottama.  Essa combinação original é perfumada pode ser servida tanto como entrada como sobremesa. 

 

Estou de dieta – salpique-o sobre saladas, legumes crus ou no vapor, misture-o com iogurte natural e faça um molho diferente.

 

 

Aperitivo rápido – misture qualquer dos produtos da linha com cream cheese ou maionese e sirva como uma pastinha para torradas ou crackers.

 

 

Empanados crocantes – faça uma crosta em aves, carnes, cordeiro ou peixes de carne firme antes de assá-los no forno empanando-os diretamente ou passando antes no ovo batido para que fique mais aderente.

 

Alegre acompanhamento – misture qualquer dos produtos com arroz branco, integral ou couscous cozidos para dar um toque festivo.  Se quiser sofisticar, coloque damascos fatiados, passas ou ambos.

 

 

berinj041Estou afim de cozinhar – corte fatias finas de berinjela ou abobrinha e coloque na grelha.  Misture o Dukkah ou Tilottama com um queijo branco pastoso tipo ricota, cottage ou outro.  Espalhe uma camada sobre a fatia e depois enrole-a para um aperitivo “light”, simples e saudável.  Se quiser junte também cubinhos de tomate.  Uma opção menos light é fazer os rolinhos, colocá-los numa travessa refratária, cobrir com molho de tomate e parmesão e levar ao forno para gratinar.

 

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Domingo chuvoso – salpique sobre pipocas quentes.

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Abóbora da Apsara

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Guarnição para 4-6 pessoas

 

Ingredientes:

1 kg de abóboras em cubos médios (em torno de 3-4 cm)

Azeite o quanto baste

3 Colheres de sopa de Tilottama

Noz moscada

Sal e pimenta-do-reino (caso você goste de coisas mais temperadas pois o Tilottama tem esses ingredientes em pouca quantidade)

 

Modo de fazer:

 

– Pré-aqueça o forno em torno de 180º – 200º C

– Pincele um tabuleiro grande com o azeite

– Coloque os cubos de abóbora no tabuleiro espalhados e pincele-os também com o azeite

– Coloque umas pitadas de noz-moscada (em torno de 1 colher de café) sobre as abóboras e misture-as mexendo com o pincel ou uma colher

– Caso prefira alimento mais temperados, polvilhe com sal e pimenta-do-reino e misture tudo.

– Salpique o Tilottama sobre as abóboras e leve ao forno por uns 15-20 minutos.  Se tiver dúvida sobre o ponto de cozimento, espete com um garfo.  Quando a abóbora estiver macia pode retirá-la.

Sirva como acompanhamento de frango, carnes ou peixes.

 

Dicas da Jackie:

Compre a abóbora já descascada e em cubos no hortifruti ou peça para o feirante fazer isso para você pois é literalmente duríssimo descascá-la.

“Light” – use o mínimo de azeite possível e você terá uma refeição de baixa caloria.

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A HISTÓRIA DO GNOCCHI DA FORTUNA

Nos idos do século VIII d. C., numa cidade da Pérsia havia uma província governada por um rei chamado Morteza. O rei tinha uma jovem esposa que era bela, formosa, esbelta e esplêndida. Ele viajava constantemente por seus domínios e passava longos períodos fora do palácio deixando sua esposa, Mavash, sozinha e entediada.

Ao retornar de uma das viagens o rei constatou a melancolia de sua esposa que estava cada vez mais esquálida e ficou preocupado.

Quando amanheceu, o rei dirigiu-se à sala de audiências do palácio para receber os nobres, sábios e vizires e convocá-los para encontrar uma solução que divertisse sua Mavash. Havia entre eles um vizir influente que era agourento, invejoso e dissimulado e que logo se prontificou para arranjar entretenimento.

Na viagem que se sucedeu, o rei chamou o vizir invejoso para certificar-se que esposa ficaria feliz durante a ausência. O vizir puxa-saco falou: “Ó rei dos tempos, venturoso, virtuoso e sábio, viaje em paz que já tomei as providências para que sua esposa fique feliz durante sua ausência”.

O rei partiu com seu séquito confiando nas palavras do vizir.
Na noite que se seguiu, o vizir organizou um banquete com as mais finas iguarias, assados e incensos almiscarados. Chamou as mais belas dançarinas e os melhores acrobatas do reino. Entre os artistas havia um negro alto e forte chamado Najub cuja compleição física sarada destacava-se dos outros integrantes da trupe.
Durante as festividades o vizir percebeu que Mavash, em sua ávida juventude, não conseguiu tirar os olhos do apolo de ébano cujos músculos luziam untados em óleo enquanto ele apresentava seu número como domador de um Tigre do Cáspio. O tigre tinha uma pelagem de fundo branca e era um animal imponente e perigoso de uns 320 quilos. A fera obedecia docilmente aos comandos de Najub que trajava uma minúscula tanga que possibilitava entrever seus avantajados atributos.
O vizir viu no interesse de Mavash uma oportunidade para manipular o rei e arranjou para que Najub aparecesse nos aposentos da jovem naquela mesma noite.

 

 

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A HISTÓRIA DO GNOCCHI DA FORTUNA – PARTE II

Enquanto isso, num mercado em Damasco o rei comprava de presente para Mavash um lindo vaso de cobre com arabescos em prata e cuja boca estava lacrada com uma tampa de ouro cravejada de minúsculos rubis que formavam uma palavra misteriosa. Antecipando sua volta, eis que o rei retorna na semana seguinte e adentra os aposentos da esposa com o belo vaso que havia comprado de presente.

Ao entrar no recinto ele se depara com a bela Mavash completamente nua dormindo lânguida nos braços de Najub. O rei é possuído de uma insuperável cólera, atira o vaso ao chão e vocifera: “Ai de você! Que Deus lhe amaldiçoe, pérfida senhora!”.

Para espanto geral, a tampa do vaso se solta e sobe uma fumaça negra que envolve todo o ambiente. A fumaça transforma-se num gênio imenso que diz: “Eu pertenço à raça dos gênios renegados. Rebelei-me contra o profeta de Deus que mandou trazer esse vaso e me trancafiou dentro dele, lacrando-o com ouro e selando-o com o mais poderoso nome de Deus escrito em rubis. A quem me resgatou após esses 500 anos de clausura… concedo três desejos!”.

O rei Morteza, enfurecido de ciúmes, diz para o gênio: “Que o amante de minha mulher, esse demônio negro, vire um eunuco!”. E imediatamente Najub fica castrado.

A essa altura, o vizir invejoso que tinha ido conferir o barraco que rolava, percebeu que ia sobrar para ele. Rapidamente dirigiu-se ao rei, beijou o chão diante dele três vezes e disse: “Ó rei excelso, meritório senhor, eu me criei em meio a suas dádivas e generosidade e não posso ser responsabilizado por tal iniqüidade. Em nome do criador, vencedor dos tiranos e aniquilador dos sassânidas, poupe-me pelo amor de Deus altíssimo e poderoso!”.

O rei ignorou as súplicas e disse para o gênio: “Que esse vil que colocou minha mulher nos braços de outro seja transformado numa mula e passe o resto da vida sendo açoitado pelos seus proprietários”. E, a despeito das lamúrias do vizir, o gênio falou: “Ouço e obedeço!” e imediatamente o invejoso transformou-se na besta.

O gênio então, antes de desaparecer, perguntou ao rei qual era o terceiro e último desejo. Apesar de irado, ele amava muitíssimo sua mulher e não teve coragem para pedir uma punição tão severa quanto as anteriores e então ordenou: “Que minha mulher não seja mais desejável para todos os homens.”

O gênio então pensou e… fez com que ela ganhasse 100 quilos. Logo em seguida o espírito maléfico evaporou-se numa nuvem de fumaça.

Os meses se passaram e o rei Morteza arrependeu-se do que fizera com a linda Mavash. A infeliz além de devorar tudo o que encontrava na despensa, passava o dia inteiro comendo tâmaras e cuspindo os caroços por todo lado para desespero dos servos. Entre uma boquinha e outra ela padecia gemendo e chorando as desditas da sua sorte.

O rei já estava incomodado com aquele trambolho desventurado no palácio e sentia saudades do tempo em que ela era sedutora e ornamentava o ambiente.
Numa das viagens, que agora eram ainda mais freqüentes e longas, ele soube que em Bagdá havia uma bruxa muito poderosa chamada Bua-Taranga. O rei decidiu buscá-la e rumou com sua comitiva para a cidade. Ao encontrá-la ele prometeu todas as riquezas, jóias e outras preciosidades caso ela desfizesse o trabalho do gênio.

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A HISTÓRIA DO GNOCCHI DA FORTUNA – FINAL

Após um longo trajeto de volta, eles chegaram ao palácio justamente no dia 29 de Martius do Calendário Juliano.
O rei mandou chamar o trubufu e Bua-Taranga falou: “Ó rei venturoso e sensato, dono de correto parecer e louvável proceder, com a sua permissão eu livrarei sua esposa do feitiço maligno”.
Então a bruxa dirigiu-se à cozinha e mandou que levassem o enorme baú que ela trouxera com seus instrumentos de trabalho. De dentro dele tirou um saco com uns tubérculos estranhos e empoeirados que havia recebido de uma feiticeira Inca chamada Acsumama.

Bua-Taranga mandou que os criados pegassem aquelas papatas, como eram conhecidos os tubérculos na língua quíchua, cozinhassem e depois fizessem uma mistura com farinha. Quando a massa estava pronta, ela enrolou tal qual uma serpente.

Feito isso a feiticeira ordenou que se enchesse um caldeirão com água. Em seguida, diante do caldeirão, ela pronunciou algumas palavras e água ferveu e borbulhou como se estivesse sobre o fogo.
A feiticeira então sacou uma adaga de prata engastada com turquesas e cortou a serpente em pedacinhos atirando-os ao caldeirão.

Em seguida fez esconjuros e preces e falou para Mavash: ”Ó mulher, se esta for a forma que lhe deu o Altíssimo Poderoso Vitorioso, não mude; porém, se estiver enfeitiçada e atraiçoada, para cada porção que comeres desse alimento perderá peso e retomará sua forma com a permissão do criador do mundo!”.
 
E assim a esposa voltou a ser a bela sílfide de antes.

Quando você comer o gnocchi da fortuna do Café da Moda, coloque sob o prato um papel com o número de quilos que deseja perder, concentre-se no sabor e repita (intimamente, pliz): “Que Deus quebre esse encanto e destrua para sempre todas as células adiposas que não me pertencem!”.
Claro que você não vai perder tudo de uma vez mas a cada dia 29 pode repetir o ritual.

Afinal, convenhamos, nem é saudável perder muito peso de uma só vez!
 
 

 

 

 

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